Senti a vontade da poesia
O vazio tão característico
A cabeça tencionando, baixa
O olhar cortado, e dói
Vivi o dia como se pudesse
Sorri pra vida como se disesse:
Abre os braços, não chora não
Que o amor ainda apetece
Cansei, cansei e cansei
Quis deitar dentro de mim
Fechar os olhos, cegar
Cair, morrer, deitar
Só mesmo sei da vida o que ela grita
Fraca, besta, puta!
Montando meu peito de cor
Caindo fraco no chão
Sem fé nas pazes
Sem fé no coração
Só mesmo essa vontade
De deitar na imensidão
Ricardo Coleoni
terça-feira, 17 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Diálogo
.ricardo diz:
*Eu tento só seguir, e não pensar se as pessoas valem alguma coisa, não analisar... Pra não chegar a conclusões ruins...
*Mas se eu tivesse que dar um palpite sobre o meu futuro
*Eu diria que vou ser uma pessoa bem sozinha
*Pra sempre
*Que vou esbarrar nas pessoas
*Ser marcado por algumas, marcar outras
*Mas não ocupar nenhum espaço de verdade
*Até um dia ir embora... Esperando que exista algum lugar ao qual eu pertença.
*Eu tento só seguir, e não pensar se as pessoas valem alguma coisa, não analisar... Pra não chegar a conclusões ruins...
*Mas se eu tivesse que dar um palpite sobre o meu futuro
*Eu diria que vou ser uma pessoa bem sozinha
*Pra sempre
*Que vou esbarrar nas pessoas
*Ser marcado por algumas, marcar outras
*Mas não ocupar nenhum espaço de verdade
*Até um dia ir embora... Esperando que exista algum lugar ao qual eu pertença.
Assinar:
Comentários (Atom)