Senti a vontade da poesia
O vazio tão característico
A cabeça tencionando, baixa
O olhar cortado, e dói
Vivi o dia como se pudesse
Sorri pra vida como se disesse:
Abre os braços, não chora não
Que o amor ainda apetece
Cansei, cansei e cansei
Quis deitar dentro de mim
Fechar os olhos, cegar
Cair, morrer, deitar
Só mesmo sei da vida o que ela grita
Fraca, besta, puta!
Montando meu peito de cor
Caindo fraco no chão
Sem fé nas pazes
Sem fé no coração
Só mesmo essa vontade
De deitar na imensidão
Ricardo Coleoni
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