Correndo como um rio
Mas os caminhos estão fechados
Não há espaço pro desabafo
Para até a própria mente
Sentindo toques e sonhos
Evitando o sabor dos versos
Até mesmo em pensamento
Sorrisos esparsos
Rindo da própria vida
Achando graça do ar que corre
Achando graça da dor que sente
A luz na mão dada, brilha
Dividindo com ele
Segredos do tempo,
Notícias da alma.
Juntos passeiam no infinito
Escrevendo histórias no som do vento
Olhando a vida acontecer
Dentro de si e dentro de outros
Às vezes, também escreve pra si. Baixinho.
Sonhos nos quais não crê
Mas que ainda assim, se pega rindo
Imaginando que podem ser. Reais.
Ricardo Coleoni
Nenhum comentário:
Postar um comentário